Acusados de matar Policial Militar são mortos em confronto com a Polícia Civil no Campo Limpo

O caso aconteceu por volta das 04h30m, na Rua Ceresópolis, região da Comunidade doa Vila Regina. Os dois homens de 25 e 24 anos, morreram ainda no local.


Dois homens suspeitos de envolvimento na morte do cabo da Polícia Militar (PM), Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, foram mortos durante troca de tiros com a Polícia Civil, no inicio da manhã desta sexta-feira (02), no Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. 

De acordo com informações da Polícia Civil, o caso aconteceu por volta das 04h30m, na Rua Ceresópolis, na região da Comunidade Vila Regina.


Policiais Civis da 1ª Delegacia de Investigações sobre Roubos e Latrocínios, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foram até o local para cumprir mandatos de busca e apreensão dos suspeitos, quando ao chegarem no local foram recebidos a tiros.

Ainda segundo a Polícia, os dois homens eram moradores de Pinheiros e estavam escondidos na Comunidade. 


Cauã Muniz Carvalho Feitosa, de 25 anos e Milton Guimarães Souza, vulgo "bebê", de 24 anos, foram baleados, não resistiram aos ferimentos e acabaram morrendo no local.

Os dois tinham diversas passagens pela Delegacia por outros delitos. As armas deles foram apreendidas e o local foi isolado para Perícia.

Segundo a Polícia, Cauã e Bebê eram apontados como os principais suspeitos de ter matado a tiros o Policial Militar Paulo Roberto Lima, de 44 anos, dentro do veículo, no dia 28 de Agosto, na região da Marginal Tietê, Zona Norte de São Paulo.


O Militar estava de folga a bordo do veículo modelo Volkswagen Jetta, de cor preto, quando ao descer para verificar se os pneus haviam furados, foi surpreendido pela dupla. 

Paulo Roberto ainda foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Municipal do Tatuapé (SP), porém não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo.

A Polícia Civil trabalha de forma secreta no caso, afim de encontrar e identificar um terceiro suspeito de envolvimento no crime. Os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML), onde devem passar por exames necroscópicos.

Fotos: Divulgação/Polícia Civil.

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