A suspeita é que a menina tenha sido enforcada, violentada e estuprada pela Padrasto. O homem foi preso neste Sábado (16).
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Uma menina de 11 anos morreu após ser violentada e estuprada pelo padrasto, na última quinta-feira (13), em Serrana, interior de São Paulo.
De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima, Ana Alice Santos França, deu entrada no Hospital das Clinicas (HC-UE) em Ribeirão Preto (SP), em estado grave e desacordada.
Ainda segundo a Polícia, a garota foi levada ao Hospital pelo padrasto, com uma corda amarrada no pescoço. Após várias manobras de reanimação pela as equipes médicas, a garota não resistiu e acabou morrendo.
A princípio, as equipes médicas suspeitavam que a morte se tratava de um "suicídio". Porém, após alguns exames detalhados, os médicos constataram que a menina havia sido enforcada com um cordão de um brinquedo e que nas partes íntimas, haviam lesões e materiais semelhante a sêmen.
Diante destas suspeitas, os médicos acionaram a Polícia para acompanhar o caso. Policiais Militares foram até a casa da garota e conversaram com uma irmã da mãe da vítima.
Durante depoimento, a mulher contou que na última terça-feira (11), Ana Alice havia sido deixada em casa pela mãe (que é sua irmã), com o padrasto e outros irmãos (uma adolescente de 15 anos e um rapaz de 19 anos).
Residência onde Ana Lúcia, os irmãos, a mãe e o Padrasto moravam. FOTO: Divulgação/EPTV. |
Em depoimento aos Policiais, o padrasto contou que encontrou Ana Alice desacordada na sala da casa por volta das 23h, quando se preparava para ir buscar a mãe dela no trabalho.
O padrasto contou ainda, que de imediato, chamou a tia de Ana Alice e levou a garota até o Hospital, onde lá a morte foi confirmada.
O que diz o Pai
O corpo de Ana Lúcia, foi sepultado na manhã deste sábado (14), sobre forte comoção de amigos e familiares, no Cemitério Municipal de Serrana (SP).
Abalado, Flávio Antunes de França, o pai biológico da menina, disse não acreditar que a filha tenha sido morta de tal maneira. Durante o sepultamento da filha, ele usou a mesma camiseta feita para o batismo dela, como forma de homenageá-la. Revoltado, ele cobrou punição severa ao autor do crime.
Padrasto é preso
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A prisão dele segue em fase temporária, pois a Policia precisa ouvir outras testemunhas.
O caso foi registrado como "estupro de vulnerável, seguido de morte", no Distrito Policial (DP) de Serrana (SP) e segue sendo investigado pela Polícia Civil.
Se condenado, Douglas Junior poderá cumprir uma pena de 14 anos de prisão, conforme o Artigo 217-A do Código Penal Brasileiro.
Fotos: Divulgação/Redes Sociais.