Mulher em surto é morta a tiros por Policial Militar na Zona Norte de SP

O caso aconteceu na Rua Coronel José Rufino Freire, no Parque São Domingos, em Pirituba. O Policial Militar segue sendo investigado.


Uma mulher em surto psicótico foi morta a tiros por um Policial Militar, após caminhar em direção aos agentes com uma faca, na tarde desta quinta-feira (15), em Pirituba, Zona Norte de São Paulo.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), o caso aconteceu na Rua Coronel José Rufino Freire, no Parque São Domingos.


Moradores acionaram a Polícia relatando que uma mulher estaria em surto, andando pelas ruas com uma faca nas mãos ameaçando pessoas. 


Minutos depois, três Policiais Militares chegaram ao local e iniciaram a tentativa de negociar com a mulher, para que ela se rendesse e entregasse a faca.

Camila Pereira da Silva, de 32 anos, não obedeceu a ordem e avançou com a faca para cima dos agentes. Os três Policiais armados cercaram a mulher e começaram a se afastar, enquanto ela avançava.

Imagens registradas por moradores e compartilhadas nas redes sociais, mostram o exato momento que a mulher é baleada pelo Policial. Confira as imagens abaixo:


Na sequência, o PM André Coelho Maximo da Costa, de 30 anos, atirou duas vezes contra o peito e o pescoço de Camila, que não resistiu e morreu anda no local.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ainda foram acionadas, mas ao chegarem no local a mulher já estava sem vida.


Camila Pereira era mãe solo de duas filhas, de 13 e 14 anos. Trabalhava como autônoma e vendia saladas de frutas para garantir o sustento da família. Ela morava no bairro Rochdale, em Osasco, na Grande São Paulo.

Prisão do PM

O Policial Militar Soldado André Coelho foi preso nesta sexta-feira (16), e segue sendo investigado pela morta de Camila. 

Porém, a Justiça concedeu liberdade provisória ao agente, mediante o cumprimento de medidas cautelares, incluindo a suspensão das atividades operacionais pelo período de um ano.

O caso segue sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e pela Corregedoria da Polícia Militar.

Outro caso


A vítima apontou o aparelho celular para os agentes, que ao achar que se tratava de uma arma, disparam ao menos 45 vezes. 

Gustavo não resistiu e morreu ainda no local, após ser baleado 27 vezes. Conforme familiares, o jovem sofria de surtos psicóticos.

Fotos: Divulgação/Redes Sociais.

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem

SET EXPO 2026: O maior evento de Broadcast & New Media da América Latina.