Foram cumpridos 5 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão em Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri, Mairinque e também na Capital Paulista.

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (13), três integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), acusados de mandar matar o ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes.
O crime aconteceu durante uma emboscada, no dia 15 de setembro de 2025, na Avenida Presidente Kennedy, em Praia Grande, litoral de São Paulo (Relembre o caso).
Segundo a Polícia Civil, foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão, nas cidades de Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri, Mairinque e também na Capital Paulista.

Entre os detidos, três eram integrantes do PCC, suspeitos de mandar matar o ex-delegado-geral de São Paulo Ruy Ferraz Fontes. Os nomes deles são:
- Fernando Gonçalves dos Santos (Preso em Jundiaí);
Conhecido como vulgo Azul ou Careca. É considerado um dos chefes da facção criminosa (PCC). Foi um dos responsáveis por articular o mando da ação criminosa. Ele também participou do planejamento, da coordenação logística e da execução indireta no assassinato de Ruy.
- Márcio Serapião de Oliveira, (Preso na Vila Lisa, bairro de Interlagos, na Zona Sul);
É conhecido como vulgo Velhote ou MC. Apontado como integrante do PCC e investigado por dar apoio estratégico e logístico ao crime. Conforme a Polícia, há indícios que ele tenha participado da guarda de veículos, do uso de imóveis de apoio e da ocultação de elementos relacionados ao assassinato do ex-Delegado.
- Manoel Alberto Teixeira (Preso em Mongaguá);
Conhecido como vulgo Manezinho ou Manoelzinho. É investigado por atuar como principal articulador logístico e operacional do grupo. Segundo a polícia, ele teria ajudado na fuga dos envolvidos, fornecido meio material e mantido a ligação entre os executores do crime.

As investigações apontam que os suspeitos agiram de forma organizada e com tarefas bem definidas no grupo. Eles participaram juntos do planejamento, da execução e do apoio logístico no crime.
Impressões digitais deles foram encontradas em veículos que foram usados no crime, além de dados e conversas extraídos de aparelhos celulares e outros aparelhos eletrônicos apreendidos durante a investigação.
Foram identificadas também, movimentações financeiras consideradas suspeitas, além de ligações entre os investigados e uso de imóveis que teriam servido como apoio para a ação criminosa.
Outros oitos suspeitos já estão presos desde o ano passado, com envolvimento no assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz. Conforme a Polícia Civil e o Ministério Público (MP), as operações devem continuar para tentar encontrar e prender outros envolvidos no crime.
Fotos: Divulgação/Polícia Civil.
Fotos: Divulgação/Polícia Civil.
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